Oi pessoal, ando sem tempo para atualizar e divulgar meu blog. As aulas da dança (minha paixão), especialização, trabalho, filhas, (minha vida) casa, tem tomado todo o meu tempo, graças a Deus. Quem me conhece sabe que eu não viveria de outra forma, sou da turma dos que sonham, que lutam, que pagam mico, dá a cara a tapa, enfrenta as dificuldades e momentos difíceis, sorrindo. Sou da turma dos que realizam e encara a vida como um presente, que chora fácil, mas se alegra fácil. Sou da turma dos que assumem que tem momentos difíceis, mas são felizes, porque a felicidade existe e está nas coisas mais simples. E em decorrência dessa rotina repleta de atribuições, eu não encontro tempo (graças a Deus) para saber o que as pessoas fazem ou deixam de fazer, principalmente no que se refere as suas vidas pessoais. Ah! como eu gostaria que todos adotassem esse estilo de vida, concreto, feliz, realizado, ocupado, talvez quem sabe, as pessoas não teriam tanto tempo para investigar a vida pessoal das outras.
Nesses dias aconteceu um fato (que eu prefiro não detalhar) que me deixou feliz, sim feliz, embora o mesmo tenha tido o objetivo de me prejudicar, mas esse fato me fez refletir sobre várias coisas e uma delas foi esse sentimento do qual tenho até receio de pronunciar: A INVEJA. Gente, inveja é, na minha opinião, o pior dos sentimentos, ela é, nada mais do que a incapacidade de se realizar pessoal, profissional e emocional. A inveja é o medo de enfrentar os obstáculos, a vergonha de errar, a falta de humildade de tentar de novo, a raiva de saber que alguém é feliz, o ódio de não ser feliz, mas essas pessoas não são felizes porque não querem, perdem muito tempo de braços cruzados, feito parasitas, paralisados por sentimentos ruins que as impedem de se realizarem.
E esse sentimento dessa vez, foi escancarado da maneira mais covarde, quando declara antipatia por alguém sem ter uma justificativa lógica, coerente, sensata e ainda admitindo, mesmo que seja, mais pelas atitudes do que por palavras, (foi isso que me deixou feliz kkkkkkk) que admira a pessoa, o trabalho, mas tem medo de pagar o ônus que a vida cobra de quem se arrisca, de quem luta a cada dia, pela felicidade, que como já falei, existe e está nas coisas mais simples da vida.
Outro fator de reflexão diante do tal fato foi a minha preocupação com os tipos de profissionais que estão atuando principalmente na educação que é de onde deveriam dá o maior exemplo de ética, respeito e profissionalismo. Mas ao que me parece, essas três palavras são desconhecidas por esses profissionais, e aí é que vem a minha preocupação. O que pensar de um profissional que leva problemas particulares para dentro do seu local de trabalho? Fico imaginando e comparando (me perdoem por favor) a um terrorista quando planeja seu ataque, ele deve dizer: vou matar milhares de pessoas porque tenho problemas com uma dúzia. Na minha cabeça e em especial no meu coração, problemas e diferenças, todos nós temos. Se forem profissionais, que seja resolvido de forma civilizada, com ética, respeito e profissionalismo e se for pessoal, que seja esquecido, quando seu pé direito tocar na porta de entrada do seu local de trabalho, caso contrário, isso irá se refletir negativamente para muita gente. Pensem nisso!
Fiquei feliz porque a medida que tem um número pequeno de profissionais mesquinhos, frustados, revoltados por seus traumas e insatisfações pessoal, profissional e emocional, nós temos um monte de pessoas do bem, que estão a frente das salas de aulas, das diretorias, das secretarias, gente como eu, que vai a luta, que pede ajuda, que busca parcerias, que conquista a confiança, o respeito, a admiração dos outros e em troca retribui com a mesma seqüência de coisas. Gente que leva a profissão a sério, com ética, com profissionalismo, é dessa gente que eu gosto. (Passei a manhã com um monte delas hoje!)
Eu gosto é de gente alegre, que tem problemas como todo mundo, mas não deixa de sorrir e acreditar e de ser feliz, eu gosto é de gente que não perde a capacidade de elogiar o que foi bem feito, mesmo que tenha sido, por alguém que não gosta muito. Eu gosto é de gente, que não tem maldade no coração, não tem inveja, não tem ódio, gente humilde que reconhece os erros e volta pra pedir perdão, gente que não tem vergonha de pagar mico, pois já dizia um grande amigo meu, só os felizes, pagam mico. Gosto de gente otimista, extrovertida, iluminada, gente que vive a cada dia como se fosse o último e no final dele, agradece a Deus, gente que tem Deus no coração. Gosto de gente, que não tem medo de pagar o preço por ser o que é e fazer o que gosta, e grita em alto e bom tom: ninguém tem nada haver com isso! gente que sonha, luta e realiza. Gosto de gente que fazem as coisas acontecerem mesmo diante de tanta dificuldade, que ama a arte, a música, a dança, gente que adora fazer amizades, acredita nelas e diz sem receio: amigo, eu amo você! Enfim, gosto de gente que ama verdadeiramente.
Gente, eu só sou eu, Inalda, mãe, professora, mulher como todas as outras mães, professoras, mulheres. Somos todas iguais diante de Deus, o que nos torna diferente, é a maneira como encaramos a vida, simples assim! Sou uma mãe coruja, apaixonada pelas filhas, uma professora apaixonada pela profissão que escolheu, sou uma mulher apaixonada pela vida, tenho sede de viver e viver feliz, só isso, se o fato de eu conseguir ser eu, numa sociedade preconceituosa, incomoda, eu sinto muito. Agradeço a Deus pelas pessoas que me cercam, (família, amigos) pois sem elas, eu não seria ninguém, agradeço a Deus pelas oportunidades que me aparecem, não deixo passar uma. Agradeço a Deus, pela garra, coragem e determinação que Ele não poupou pra mim e agradeço pelos meus defeitos, (e não são poucos viu?) pois são eles que fazem humana e me dão a oportunidade para que eu aceite as pessoas com seus defeitos e elas aceitem a mim.
Diante da explanação, na verdade é mais um desabafo, quero garantir a vocês, que estou feliz e realizada, e cheias de planos, não sei se realizarei todos mas lutarei com toda força para o fazer, pois meu nome é Inalda Fernandes, vulgo realização e felicidade! Um beijo bem grande e um abraço bem apertado a todos que acreditam em mim como pessoa e profissional! A vocês, meu respeito, carinho, amor e admiração!
PS: Gente, eu uso óculos de sombra, por necessidade tá? tenho problema de claridade, kkkkkkkk. Sim, não sou autoritária, apenas tenho naturalmente um espírito de liderança, fruto da confiança que sempre depositam em mim (obrigada), mas adoro a palavra democracia. Ah! sou profissional e como uma boa profissional não abro mão da minha autonomia e autoridade, quem é professor sabe do que estou falando. sim, já ia esquecer, adoro elogiar e contribuir, faço críticas positivas e negativas e geralmente faço na presença dos interessados, pra não ficar dúvidas e nunca fico em cima do muro, tenho personalidade, defendo minhas opiniões e exponho minhas idéias, adoro o termo: liberdade de expressão kkkkkkkkkk! Era isso...